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MVP 2 - Empresas

Fonte curada a partir do discovery J14.

Resumo executivo

A trilha Empresas faz sentido para MEI, PJ leve, profissionais liberais e pequenos comércios que já emitem notas ou operam com ERP fora do Auraxis. O objetivo não é transformar o Auraxis em ERP nem em sistema contábil. O objetivo é reduzir lançamento manual e melhorar a leitura financeira do negócio.

Tese principal

O Auraxis deve capturar eventos comerciais e fiscais para transformá-los em informação financeira útil.

Isso significa:

  1. importar documentos e eventos;
  2. separar receita prevista de receita realizada;
  3. permitir ajustes de taxas, retenções, impostos e descontos;
  4. reconciliar com o que efetivamente entrou em caixa.

Princípio de modelagem

documento emitido != dinheiro recebido

Sem essa separação, o produto passa a inflar receita, duplicar valores e gerar perda de confiança no saldo do usuário.

Público prioritário

  1. MEI com poucas emissões mensais.
  2. Profissional liberal ou PJ de serviço.
  3. Pequeno comércio com ERP ou emissor simples.
  4. Usuário híbrido que mistura finanças pessoais e receita da própria atividade.

Escopo recomendado

V1.0

  1. importação manual de CSV;
  2. normalização para contrato interno;
  3. criação de receita prevista;
  4. ajustes manuais de taxa, imposto, retenção, desconto e líquido;
  5. conciliação manual com caixa.

V1.1

  1. primeiro conector real com um emissor/ERP;
  2. criação automática de receita prevista via API ou webhook.

V1.2

  1. reconciliação semi-automática com recebimentos;
  2. confirmação manual do usuário.

Fora de escopo inicial

  1. emissão de nota dentro do Auraxis;
  2. cálculo tributário oficial por regime;
  3. escrituração e fechamento contábil;
  4. suporte universal a qualquer ERP;
  5. promessa de conformidade fiscal automática.

Modelo canônico

  1. documento fiscal/comercial;
  2. receita prevista;
  3. receita realizada;
  4. ajustes;
  5. reconciliação.

Riscos principais

  1. confundir caixa com competência;
  2. prometer cálculo líquido correto sem base tributária robusta;
  3. expandir escopo e virar mini-ERP;
  4. perder aderência do produto principal para PF.

Recomendação atual

Status: go-later

A iniciativa é boa, mas deve entrar depois de bases já mapeadas no produto:

  1. importação/ingestão financeira mais madura;
  2. trilha de meios de pagamento/reconciliação;
  3. definição explícita da tese “PJ leve”.